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Seminário em Alagoas destaca o uso de microalgas na produção de biocombustíveis

Por Redação
Qui, 26 de Novembro de 2009 15:44
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Tema é fonte de pesquisas no Brasil e aponta para uma nova possibilidade no segmento de energia renovável

O IV Seminário do Biodiesel foi aberto nesta quinta-feira (26), no Sebrae/AL, com a participação dos produtores, parceiros e coordenadores do Programa do Biodiesel de Alagoas (Probiodiesel/AL). O evento teve como tema principal as “Oportunidades de Negócios do Biodiesel em Alagoas”.

Durante a abertura do seminário, o secretário de Estado do Planejamento e do Orçamento (Seplan), Sérgio Moreira, destacou a importância da inserção de novas culturas para a produção de biocombustíveis. “Hoje a principal matéria prima em Alagoas é a mamona, mas precisamos pensar em outras culturas viáveis para a produção de energia renovável. Essa discussão é importante para abrirmos um leque de possibilidades que possa trazer mais benefícios e oportunidades para os produtores alagoanos”, disse.

Uma das palestras mais esperadas do evento tratou do uso de microalgas como matéria prima para produção de biocombustíveis. O tema foi abordado pelo biólogo e professor da Universidade Federal Fluminense, Sérgio Lourenço. Ele é responsável por vários estudos que comprovam que as microalgas encontradas no litoral brasileiro têm potencial energético bem maior que as oleaginosas utilizadas no biodiesel e podem ser produzidas ininterruptamente em qualquer fase do ano.

“O Nordeste tem um grande potencial para a produção de microalgas, principalmente na região do semiárido. As espécies podem ser marinhas ou de água doce e muitas são capazes de crescer em água salobra ou mesmo contaminada”, afirmou Lourenço, destacando que o uso de espécies marinhas, em particular, abre a perspectiva da utilização de recursos hídricos praticamente ilimitados para os cultivos.

Outros temas importantes foram discutidos, a exemplo das vantagens da torta da mamona na alimentação animal e os desafios e oportunidades para a utilização de óleos residuais de frituras.

Para o coordenador do Probiodiesel da Seplan, Glauco Angeiras, a proposta deste encontro é trazer para os produtores e parceiros do programa as experiências que são desenvolvidas em outros estados e ver quais podem ser viáveis para a realidade de Alagoas. “É uma verdadeira troca de ideias e de conhecimentos. Hoje trabalhamos com a mamona, mas é importante estudarmos novas possibilidades para o programa”, ressaltou.

O Probiodiesel é coordenado pelo governo de Alagoas, através das secretarias de Planejamento e de Agricultura, e pelo Sebrae/AL, com a parceria de 14 instituições públicas e privadas.

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