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CNI e BID pretendem ajudar empresas do CE a identificar problemas de acesso ao crédito

Por Redação
Terça, 31 de Janeiro de 2012 10:33
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Parceria conta com recursos de US$ 300 mil, que beneficiarão 40  pequenas e médias empresas do Ceará


 
EMPREENDER_pbPor meio do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (INDI), a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) vai realizar nessa quarat-feira, 1º de fevereiro, a partir das 13h, na cobertura da Casa da Indústria, almoço para apresentação do programa Financiamento Inovador de Empresas de Pequeno e Médio Porte (Finpyme), da Corporação Interamericana de Investimentos (CII), braço do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).


O Finpyme, que será executado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), terá recursos de US$ 300 mil e beneficiará inicialmente 120 empresas nos estados do Ceará, Paraíba e Pernambuco até o fim de 2013. O programa implementa uma metodologia de identificação e diagnóstico de empresas para melhorar a posição competitiva, bem como o acesso a fontes de financiamento a seus projetos de expansão.


De acordo com o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, dentre os principais problemas para as empresas obterem empréstimos para capital de giro ou investimento está a falta de organização, sobretudo, na contabilidade e nas finanças. “Essa organização é necessária para dar mais segurança ao agente financeiro, o que facilita o empréstimo”, explica Fonseca.


Segundo ele, além de verificar se estão bem estruturadas para pedir financiamentos, as empresas identificarão os tipos de créditos mais adequados às suas necessidades. Fonseca destaca que é comum, por exemplo, empresas obterem recursos para capital de giro quando há crédito mais barato voltado para investimento. “O intuito é entender o problema das empresas e auxiliá-las em mudanças de políticas e procedimentos que facilitarão a obtenção de recursos”, diz.


Para apresentação do Finpyme, o presidente da FIEC, Roberto Proença de Macêdo, recepcionará representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Banco do Nordeste (BNB) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O encontro busca a interação dos convidados com a equipe da CII, que estará na capital cearense para apresentar o programa. O Ceará, Paraíba e Pernambuco fazem parte dos estados-piloto da iniciativa e servirão de exemplo para outras unidades federativas do país.


No Ceará, o programa será aplicado nos sindicatos patronais ligados à FIEC, quando serão identificadas as 40 pequenas e médias empresas que serão beneficiadas com a iniciativa. A parceria vai financiar, sem reembolso, os diagnósticos sobre as gestões das empresas. Na contrapartida, cabe às empresas aceitarem as sugestões e aplicá-las devidamente no cotidiano. Todo o processo terá a duração entre oito e nove meses.


“O objetivo é que os empresários despertem o interesse para a melhoria da gestão empresarial no sentido mais amplo. As empresas devem buscar uma gestão de layouts, produtos e inovação, além da gestão financeira. Para isso, o diagnóstico servirá para norteá-las rumo a melhor rentabilidade, competitividade e acesso ao crédito”, diz o diretor geral do INDI, Carlos Matos. “Entendemos que o programa é uma iniciativa integral de serviços de alto valor agregado que garantirá o crescimento das pequenas e médias empresas de forma sustentável, abrindo portas ao conhecimento, à tecnologia, aos mercados e ao financiamento.”
 


As companhias a serem selecionadas deverão cumprir os requisitos de estarem em pleno funcionamento no Ceará com três anos de operação, e, de preferência, com balanços financeiros auditados por consultorias independentes. Devem possuir ainda um faturamento anual de no mínimo US$ 500 mil. Estão excluídas aquelas que atuam nos ramos bélicos, tabaco, materiais radioativos, fibras de amianto não aglutinadas e com produtos sujeitos à retirada escalonada. Além disso, devem funcionar em conformidade com as leis locais referentes aos padrões ambientais e de segurança do trabalho.  Após a identificação, as empresas vão assinar um termo de adesão ao Finpyme.


O objetivo da CNI é estender o projeto para os demais estados e  o Distrito Federal, a partir de parcerias com outras instituições financeiras, como o BNDES, que já mostraram interesse na iniciativa. No futuro, a CNI também ajudará empresas a resolverem os problemas apontados nos diagnósticos e desenvolver projetos para obtenção de recursos com agentes financeiros. Além disso, o programa deverá ser incluído nos serviços de consultoria prestados pelos núcleos de acesso ao crédito que serão instalados em federações de indústrias a partir deste ano.


Também no dia 1º de fevereiro, a partir das 14h, os representantes do BID se reunirão com uma equipe técnica da FIEC e membros do BNB, BNDES e CNI. No dia seguinte, será marcado um outro encontro para o compartilhamento de informações para capacitar os consultores contratados e selecionados pela FIEC, sob a gerência do INDI, com a participação das equipes do BID e CNI.

 

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